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	<title>Interpreta &#187; Interpreta |  &#187; pdv</title>
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		<title>O que podemos aprender com as Flagship Stores?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2015 23:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Magalhães]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[bauducco]]></category>
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		<category><![CDATA[experiência de compra]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As <em>flagship stores</em> ou <em>concept stores</em> (lojas conceito) nasceram como uma resposta da indústria ao varejo no final dos anos 90. A ideia é representar no ponto de venda a essência da marca oferecendo ao consumidor uma experiência única. Essa experiência pode ocorrer através de várias dimensões: mix ampliado; atendimento personalizado; exposição e consumo dos produtos orientados para a valorização e compreensão dos valores da marca, e assim por diante.</p>
<p>A Niketown oferece, por exemplo, o serviço NikeID Studio: os clientes através de um programa de computador podem criar para si um par de tênis exclusivo, no qual até suas assinaturas podem ser gravadas.</p>
<p>No Brasil, a região com maior concentração de <em>flagships</em> é a Rua Oscar Freire e adjacências em SP. É muito instrutivo andar pela região e visitar as lojas conceito para consumir essas experiências.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-21876 size-medium alignnone" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Bauducco03-300x300.jpg" alt="Bauducco03" width="300" height="300" /> <img class=" wp-image-21875 size-medium alignnone" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Bauducco02-300x300.jpg" alt="Bauducco02" width="300" height="300" /></p>
<p>Hoje conheci a Casa Bauducco da Alameda Lorena, uma franquia da indústria com cara de flagship. Ao entrar na loja o contato com o aroma, com o mix ampliado da Bauducco, impressiona. Não imaginava, por exemplo, que a Bauducco produzisse focaccias. Aliás, dá vontade de levar todas pra casa, a cesta inteira!</p>
<p><img class=" wp-image-21877 size-medium alignleft" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Bauducco04-300x292.jpg" alt="Bauducco04" width="300" height="292" />Percorrendo a loja sem pressa você pode ter um contato mais próximo com a marca. Uma declaração com seus valores está fixada logo na entrada. Mas não é essa placa que entrega a experiência única. Curioso pra saber o que me esperava, fui até o balcão e pedi que a atendente me sugerisse o melhor prato com panetone. Dica aceita, aguardei na minha mesa o pedido. E, de fato, nunca experimentei um panetone tão bom: aquecido, coberto com canela, acompanhado de creme de avelã e uma bola de sorvete de creme. Chutei o balde das calorias, mas valeu a pena. Isso é o que pode se chamar de experiência ampliada com a marca.</p>
<blockquote><p>Saí da loja refletindo: Quantas oportunidades existem no PDV para entregarmos uma experiência única para o cliente? Nosso atendimento reflete os valores da marca ou apenas agimos de maneira robótica?</p></blockquote>
<p>Essas perguntas são válidas, as respostas mais ainda!</p>
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		<title>A evolução da organização e layout do ponto de venda</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 20:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Magalhães]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Casos de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento de compra]]></category>
		<category><![CDATA[layout de loja]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem tem mais de trinta anos deve se lembrar de como era visitar uma loja de móveis há vinte anos atrás. Era entrar e ver: cama, cama e cama. Em outra ponta: cômoda, cômoda e cômoda. Todos os produtos eram organizados pela ótica do comprador...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem mais de trinta anos deve se lembrar de como era visitar uma loja de móveis há vinte anos atrás. Era entrar e ver: cama, cama e cama. Em outra ponta: cômoda, cômoda e cômoda. Todos os produtos eram organizados pela ótica do comprador da loja: camas num canto, armários em outro e assim por diante. Quanto ao cliente? Bom, o cliente que imaginasse como tudo aquilo poderia ficar organizado no seu quarto, na sua mente.</p>
<p>Muito se avançou de lá para cá, sobretudo na direção de melhorar a experiência de compra do cliente, mas não se engane, essa forma de organizar a loja exercida por tantos anos deixou marcas que não se apagam em curto tempo.</p>
<blockquote><p>Reflita sobre a disposição dos produtos no seu PDV (ponto de venda). Como estão organizados hoje? Estão dispostos de acordo com a relação que o consumidor desenvolve com eles? Conhece aquela velha historinha de macarrão e molho de tomate juntos? Pois é!</p></blockquote>
<p>Para esclarecer o conceito um pouco mais, vou ilustrar a aplicação a partir de alguns casos. O mais antigo é do Submarino. Em 2009, na entrada do site por ocasião do dia dos pais, esta era a chamada que organizava os produtos da loja virtual através de estilos de vida dos papais. A intenção de ajudar os filhos a partir da identificação do futuro presenteado é clara, e ajuda bastante para aqueles clientes que sempre tem dúvidas sobre o melhor presente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/PDVSubmarino.jpg"><img class="aligncenter wp-image-21832 size-large" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/PDVSubmarino-1024x683.jpg" alt="PDVSubmarino" width="1024" height="683" /></a></p>
<p>Hoje, na internet e no PDV físico, um dos melhores casos no meu entendimento é o de organização da Renner. Aqui, ilustro uma visão do site: para roupas femininas encontram-se os estilos: casual, clássico, esportivo, glamour e jovem. Para cada estilo, a Renner possui uma marca própria com identidade e produtos especialmente desenvolvidos. Visite uma loja da Renner e veja a diferença entre os estilos, avalie a organização do PDV.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Renner-PDV.jpg"><img class="aligncenter wp-image-21833 size-full" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Renner-PDV.jpg" alt="Renner-PDV" width="996" height="587" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Finalmente, semana passada recebi um e-mail marketing oferecendo um kit gastronômico do restaurante Tantra para o dia dos namorados. Não foi preciso muito tempo para que eu me lembrasse dos restaurantes sempre lotados nessa data, e das filas capazes de azedar qualquer início de noite. Na equação de valor, some isso a possibilidade de poder receber sua namorada/esposa em casa com um jantar afrodisíaco preparado especialmente por você. Tudo bem, montado por você. Que tal? A conta fecha?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Tantra-Namorados1.jpg"><img class="aligncenter wp-image-21836 size-full" src="http://interpreta.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Tantra-Namorados1.jpg" alt="Tantra-Namorados" width="336" height="663" /></a></p>
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